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Destaques da BolsaOIbovespasofreu durante todo o pregão desta quinta-feira (21) com os riscos fiscais em Brasília e fechou o segundo dia da semana em queda considerável, com baixa de 2,88%, cotado a107.597,95 pontos. Os preços das commodities também influenciaram na baixa de blue chips brasileiras, como Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3), que caíram 3,38% e 1,64%, respectivamente.

As ações da Vibra tinham queda de quase 5% por volta das 11:20, as da Raízen caíam mais de 5%, assim como as da Ultrapar.

Mas o tom negativo parecia menos pronunciado nesta manhã, com as perdas no exterior desacelerando à medida que investidores reveem cenários depois do chacoalhão de quinta-feira.

Ainda em Brasília, acomissão especial criada na Câmara para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatóriosaprovou a proposição nesta quinta-feira (21) por 23 votos a 11. Foram inseridasmudanças nas regras do teto, que devem passar a ser reajustadas com base no IPCA acumulado entre janeiro e dezembro e não mais no período de 12 meses.

Com a mudança, Bolsonaro terá espaço para acomodar os R$ 51,1 bilhões de gastos adicionais com as mudanças no Auxílio Brasil (reajuste permanente de 20% mais a parcela temporária para chegar aos R$ 400) e também gastos com emendas parlamentares, preciosas para congressistas que também buscarão novo mandato em 2022.

O cenário atual, porém, é de inflação em alta e crise no mercado financeiro após o governo anunciar que pretende mudar a regra de cálculo do teto de gastos, principal âncora da política fiscal brasileira, para financiar um novo programa social, o Auxílio Brasil. A manobra motivou pedidos de demissão de quatro dos seus principais secretários.

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“Uma vez que a demanda reprimida seja atendida, não há mais necessidade de gastar. A pessoa que comprou uma nova máquina de lavar este ano não tem pressa em comprar outra nova no próximo ano”, escreveu Donovan.

Além do drible do governo para ampliar os gastos de 2022, teve adebandada do Ministério da Economia que pode elevar o grau da deterioração. Ontem, os secretários pediram exoneração de seus cargos, reduzindo ainda mais a percepção de que o governo terá alguma responsabilidade fiscal daqui para frente.

Beto Assad, analista técnico da Kinvo, mostra cenário para IRB (IRBR3) e avalia papéis para investidores de curto/médio e longo prazo durante participação na programação da BM&C News.

“Nos últimos quatro meses tivemos déficits na conta de viagens superiores a US$ 200 milhões em cada mês. No auge da pandemia, esse saldo ficou negativo na casa dos US$ 40 milhões, depois passou um tempo na casa dos US$ 125 milhões. Mesmo assim, o déficit ainda é muito menor do que verificado antes da pandemia. Em setembro de 2019, foi de US$ 900 milhões, e era comum haver déficits mensais acima de US$ 1 bilhão”, reforçou Rocha. “Há ainda reticência de brasileiros em retomar viagens e o câmbio também atrapalha”, completou.

Além do drible do governo para ampliar os gastos de 2022, teve adebandada do Ministério da Economia que pode elevar o grau da deterioração. Ontem, os secretários pediram exoneração de seus cargos, reduzindo ainda mais a percepção de que o governo terá alguma responsabilidade fiscal daqui para frente.

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